Não vejo a hora de desacorrentar-me de minhas amarras,
Não vejo a hora de poder cantar sem temor,
Não vejo a hora de sentir o sol resplandecer em meu ser,
enquanto isso aterrorizo-me com os cantos mais sombrios que possam ser entoados.
A partir da vivencia de meu misantrópico eu.
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