E as rosas são como almas que se abrem para o mundo.
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sábado, 13 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Em meus domínios lá ele estava,
Vagueando por essas lajes,
Eu o vi .
Sua face cálida, pálida
Eu vi.
Será eu louco?
Será o ópio?
Seu riso intenso e horrendo ,
Eu ouvi,
Nos murmúrios do vento,
Eu ouvi.
Alma desencarnada,
Habitada por anjos maus.
Em cada brisa gélida,
Eu o senti.
Parou ?
Ó sim, agora uma indomável tristeza toma conta dessas que vem depois que o efeito passa,
Severa.
Eu senti.
Meus versos são sangue,
Cada letra uma gota,
São dias de tristeza que vem e vão.
Meus versos são água que da chuva vem,
Que dos olhos saem,
Que no rio cai.
Meus versos são angústia,
De anjos esmorecidos,
Cujo as asas espalma, em pranto,
Que loucura de canto,
Com uma melancolia doce e quente.
Meus versos são morte.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Vende-se, porém não é minha alma.
Pois a minha alma já anda por mãos alheias.
Traga-me um cigarro, ou dois não importa.
Estou tomada por essa melancolia.
Dessa que vicia.
Sente.
Sentar não.
Eu disse sentir.
Sentir essa morbidez tão fugaz.
Acalma-te é apenas a vida correndo em minhas veias,
Logo irá parar.
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